Para muitos ainda é um desafio evitar os conflitos externos. Bateu levou!
Muitas vezes não conseguimos observar nosso eu interior, queremos a todo custo mudar o outro... Mas e nós? Mudamos? Tentamos ao menos? E como é difícil...
Muitas vezes nos iludimos com um "Até logo...", deixamos que promessas momentâneas nos perturbem, fazendo acreditar que todas as pessoas são iguais. Quando não são. Creiam.
Se o passado ainda nos atormenta... vamos resolve-lo! Colocar uma pedra. Um conversa, um ponto final. Um tudo ou nada é melhor que viver uma dúvida eterna. Liberdade!
Nada é eterno! Não é normal ser o tempo todo Verão, quando se há de passar pelas outras estações... temos que crescer! E só saberemos por exemplo, o que é uma dor... caindo! E não é que ficaremos craques em quedas, mas aprenderemos sempre a nos levantar e ter mais equilíbrio.
O sol nasce para todos, uns se expõe muito, outros nem tanto... outros... Nunca saberão o sentirão de verdade. É a vida! rs
Confiem no Invisível... mas nem tudo é Deus.
Porque nós somos Ele... logo, temos nossas responsabilidades, escolhas. E se delegamos, responsabilizamos, colocamos tudo nas mãos Dele... deixamos de ser o que verdadeiramente somos... deuses!
sexta-feira, 28 de março de 2014
quarta-feira, 26 de março de 2014
DESencontros
Como em uma história perfeita, olhos se encontram na multidão, sorrisos trocados, olhares iluminados!
Alguém se vai... quem fica, indaga como a vida é curiosa e tudo se perde numa simples trocar de olhar. O tempo é impreciso, é tudo tão rápido e estranho, mas acontece...
Aquela sensação boa se distrai, até porque não há o que se fazer... talvez houvesse. Um atrevimento, uma corrida, uma afobação... um "Oi!".
Sim, viver é urgente e houve boa atmosfera que propiciasse tal ato.
Mas há um bom comportamento, para não sujar as mãos, não se lambuzar, é preciso ter calma.
Então, alguém volta e tudo acontece... param, conversam, se olham com toda curiosidade do mundo! Há um certa urgência, os compromissos são imperdoáveis!
Números são trocados, como um jogo. Quem vai ganhar ou ligar realmente?
Alguém liga... alguém não corresponde. Há distâncias, há desafios, já não há a proximidade de antes.
Foi tudo mágico para o momento! Se irá se concretizar certas certezas... Ninguém sabe.
Mas estava escrito em algum lugar o tal encontro... era para se perfeito! Mas uma das partes não sabe.
E a vida segue... com novos significados!

Alguém se vai... quem fica, indaga como a vida é curiosa e tudo se perde numa simples trocar de olhar. O tempo é impreciso, é tudo tão rápido e estranho, mas acontece...
Aquela sensação boa se distrai, até porque não há o que se fazer... talvez houvesse. Um atrevimento, uma corrida, uma afobação... um "Oi!".
Sim, viver é urgente e houve boa atmosfera que propiciasse tal ato.
Mas há um bom comportamento, para não sujar as mãos, não se lambuzar, é preciso ter calma.
Então, alguém volta e tudo acontece... param, conversam, se olham com toda curiosidade do mundo! Há um certa urgência, os compromissos são imperdoáveis!
Números são trocados, como um jogo. Quem vai ganhar ou ligar realmente?
Alguém liga... alguém não corresponde. Há distâncias, há desafios, já não há a proximidade de antes.
Foi tudo mágico para o momento! Se irá se concretizar certas certezas... Ninguém sabe.
Mas estava escrito em algum lugar o tal encontro... era para se perfeito! Mas uma das partes não sabe.
E a vida segue... com novos significados!

sexta-feira, 14 de março de 2014
Reticências...
Ontem vindo pra casa comecei a divagar sobre algumas coisas. Estava uma noite fresca, o vento suave conseguia assanhar os cabelos e ao mesmo tempo acariciar meu rosto.
É um fim de estação. O verão que vai se esvaindo para dar lugar ao outono.
Mudam as estações... mas e nós?
Nunca houve em minha vida uma ausência tamanha quanto esse momento... a ausência do medo... o medo da mudança!
Enquanto estava no metrô, me questionava, se estaria chovendo lá fora. E se estivesse? Eu iria encarar a chuva... sem receio de me molhar! De peito aberto, cara para bater ou melhor para molhar.
Minhas divagações me fizeram companhia até em casa. Refletia com as luzes dos faróis dos automóveis que passavam. E percebia quanta coisa mudou. O quanto é bom estar bem consigo mesmo. E como sou apoiado, protegido etc...
Tudo isso me faz pensar que sou um ser privilegiado! Um merecedor também, porque se não merecesse... não seria dessa forma.
Esse texto virou um desabafo... é... quero compartilhar esse momento!
Diante de alguns blogs depressivos, nunca tive a intenção que este fosse.
E se hoje me encontro em paz, em harmonia...
Compartilho com vós...
Tenham Fé na vida! Tratem ela bem... que o resto vem.
Gratidão.
É um fim de estação. O verão que vai se esvaindo para dar lugar ao outono.
Mudam as estações... mas e nós?
Nunca houve em minha vida uma ausência tamanha quanto esse momento... a ausência do medo... o medo da mudança!
Enquanto estava no metrô, me questionava, se estaria chovendo lá fora. E se estivesse? Eu iria encarar a chuva... sem receio de me molhar! De peito aberto, cara para bater ou melhor para molhar.
Minhas divagações me fizeram companhia até em casa. Refletia com as luzes dos faróis dos automóveis que passavam. E percebia quanta coisa mudou. O quanto é bom estar bem consigo mesmo. E como sou apoiado, protegido etc...
Tudo isso me faz pensar que sou um ser privilegiado! Um merecedor também, porque se não merecesse... não seria dessa forma.
Esse texto virou um desabafo... é... quero compartilhar esse momento!
Diante de alguns blogs depressivos, nunca tive a intenção que este fosse.
E se hoje me encontro em paz, em harmonia...
Compartilho com vós...
Tenham Fé na vida! Tratem ela bem... que o resto vem.
Gratidão.
quarta-feira, 12 de março de 2014
O sonho de Ícaro
Tem horas que precisamos do movimento. Atingimos certo pontos na vida que não é que nos falte algo, mas queremos mais... mais uma dose de estímulo, mais um pouco de ar!
Quando se aprende a voar, logo, queremos voos mais altos. Mas sempre tem um trânsito. Quantas asas!!
Eis, que arriscamos manobras, ou simplesmente pairamos nos céus... algumas vezes nos deixamos cair, lentamente mas o fazemos. Só pra curtir a sensação, a adrenalina! E isso nos tira da fila, da mesmice dos mortais.
Um dia encontrei um anjo caído, muito admirado perguntei o que havia acontecido.
- Estou cansado! - disse ele
Eu indagava com os olhos.
- Cansado de ser bonzinho, de servir, de ter poderes... cansado de vocês!!
Me deu as costas e foi andando em direção ao mar.
O que iria acontecer? Eu me perguntava rindo da situação. O anjo que se demitiu!
Ele ainda era um deles, mas algo estava acontecendo com suas asas... foi então que o mar molhou seus pés.
Nunca vi aquilo, o oceano recuou um pouco. E o ainda anjo avançava, com um sorriso imenso nos lábios, abriu os braços e as ondas se normalizaram.
Então, ele mergulhou. Não sei quanto tempo se deu tudo isso mas ele permaneceu muito tempo lá embaixo.
Pensei que houvesse morrido(?)... pensei tanta coisa... e caminhei para perto, para entender o que havia acontecido.
Uma enorme onda se fez, e lá estava ele no meio dela, junto com seres aquáticos (!?)... pensei ter visto uma sereia e um homem com rabo de peixe e um tridente na mão.
O anjo ainda sorria...
Cai da cama e fiquei deitado no chão. A queda não foi tão forte como meu sono. Mas entre acordado e dormindo percebi que algo acontecia embaixo da minha cama.
Eu estava diante de uma espécie de portal. Pensei que deveria ser um sonho, quando vi um beija-flor atravessando o tal portal.
Mas ele não era um beija-flor qualquer, ele era do tamanho de um cachorro!!
Levantei e fiquei com o barulho daquelas enormes asas batendo dentro do quarto. A velocidade era reduzida, talvez pelo porte da criatura. Suas penas eram de uma beleza nunca vista, cores vivas, vibrantes.
Um grito veio de dentro do portal... uma criança indígena apareceu.
Assobiou e o beija-flor pousou. Ele subiu em cima e pequeno curumim ordenou outra coisa... antes que ele levantasse voo... o menino olhou para mim e se despediu.
Eu só observava a tudo... estático.
Quando se aprende a voar, logo, queremos voos mais altos. Mas sempre tem um trânsito. Quantas asas!!
Eis, que arriscamos manobras, ou simplesmente pairamos nos céus... algumas vezes nos deixamos cair, lentamente mas o fazemos. Só pra curtir a sensação, a adrenalina! E isso nos tira da fila, da mesmice dos mortais.
Um dia encontrei um anjo caído, muito admirado perguntei o que havia acontecido.
- Estou cansado! - disse ele
Eu indagava com os olhos.
- Cansado de ser bonzinho, de servir, de ter poderes... cansado de vocês!!
Me deu as costas e foi andando em direção ao mar.
O que iria acontecer? Eu me perguntava rindo da situação. O anjo que se demitiu!
Ele ainda era um deles, mas algo estava acontecendo com suas asas... foi então que o mar molhou seus pés.
Nunca vi aquilo, o oceano recuou um pouco. E o ainda anjo avançava, com um sorriso imenso nos lábios, abriu os braços e as ondas se normalizaram.
Então, ele mergulhou. Não sei quanto tempo se deu tudo isso mas ele permaneceu muito tempo lá embaixo.
Pensei que houvesse morrido(?)... pensei tanta coisa... e caminhei para perto, para entender o que havia acontecido.
Uma enorme onda se fez, e lá estava ele no meio dela, junto com seres aquáticos (!?)... pensei ter visto uma sereia e um homem com rabo de peixe e um tridente na mão.
O anjo ainda sorria...
Cai da cama e fiquei deitado no chão. A queda não foi tão forte como meu sono. Mas entre acordado e dormindo percebi que algo acontecia embaixo da minha cama.
Eu estava diante de uma espécie de portal. Pensei que deveria ser um sonho, quando vi um beija-flor atravessando o tal portal.
Mas ele não era um beija-flor qualquer, ele era do tamanho de um cachorro!!
Levantei e fiquei com o barulho daquelas enormes asas batendo dentro do quarto. A velocidade era reduzida, talvez pelo porte da criatura. Suas penas eram de uma beleza nunca vista, cores vivas, vibrantes.
Um grito veio de dentro do portal... uma criança indígena apareceu.
Assobiou e o beija-flor pousou. Ele subiu em cima e pequeno curumim ordenou outra coisa... antes que ele levantasse voo... o menino olhou para mim e se despediu.
Eu só observava a tudo... estático.
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
Um pouco sobre Maria Bethânia

Eu posso ser só mais um fã da voz ou do talento dela. Poderia... mas não é só isso. Também não seria dessas pessoas que se descabelam... calma, rs.
Eu a "conheci", pela voz da minha mãe que desde quando pequeno, eu a ouvia cantando Bethânia e Roberto Carlos.
Os anos passaram e confesso que não tinha gosto pela mpb. Até que um dia no centro da cidade, conheci uma garota que me fez um convite para almoçar na casa de uns amigos dela.
Em outras ocasiões, teria recusado, afinal acabara de conhecer a garota. Mas resolvi aceitar.
Fui apresentado aos tais amigos que tocavam e cantavam mpb, além de outras as músicas internacionais. Fiquei admirado com o potencial daquela turma!
Algumas que eles cantaram eu conhecia pela recordação da infância umas eu gagueja na letra, outras nem sabia.
Após isso tomei gosto pela mpb, algo declarado.
Passaram-se mais uns anos e diante das descobertas espirituais... um novo mundo se apresentou!
Por muitas vezes e através da internet, eu ouvia músicas de Bethânia que me deixavam tranquilo, em paz ou com maior vontade de conhecer o novo que estava por vir.
Era algo peculiar, nunca experimentando por este que vos escreve.
Passei a prestar maior atenção na cantora, na voz, na interpretação... em tudo! Descobri a espiritualidade dela, me encantei com suas narrativas, o lado romântico etc
Tudo isso foi me conduzindo de uma certa maneira. Abrindo portas ou gavetas. Posso dizer que ela foi ou é uma das minhas inspirações. Uma das minhas mentoras.
Por isso talvez seja um admirar diferente, ou igual a de outras pessoas que como eu, sentem esse tipo de envolvimento.
Qual não foi minha alegria ao ir à um show dela?!
E posso dizer que o ingresso quase caiu nas minhas mãos, devido a forma que fiquei sabendo do espetáculo.
Não quero aqui parecer exibicionista, não preciso disso. Mas quero propagar que através dos nossos desejos reais, da nossa fé e merecimento, podemos ir galgando novos rumos para nossa vida e das pessoas que nos rodeiam, pois, do que vale ser feliz sozinho?
Salve a abelha rainha!!
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