Já feita as devidas apresentações... Convido-lhes para ver um filme! Vai ser rápido, prometo.
A internet escreve a trama, tentem imaginar tudo isso:
"Dois jovens irão se conhecer... e irão se apaixonar! Ele vai morar em uma cidade quente, ela em uma cidade fria...
A questão geográfica será o 'conflito' da história... porque eles vão se amar! Isso não terá nada haver com audiência, mas com a essência de ambos. O rapaz, se mostrará honestamente (o que será uma armadilha) e ela conseguirá enxergar-lo de verdade, com o coração! Ele ficará encantado, não só com a beleza exterior da jovem... Pronto. Estarão produzidos os efeitos especiais: paixão, admiração, romance e com o tempo... o AMOR.
Eles precisarão transpor o virtual... aí sim, dará muita audiência, o primeiro encontro, o primeiro beijo... Inclusive o nervosismo e a reapresentação.
Quando ambos perceberem que o outro respira, tem pelos e é mais que aquilo que imaginavam... eles continuaram apaixonados... ainda mais!
Mas, como tudo não podem ser só flores, a jovem ficará incomodada com a relação à distância, não suportará isso. Ela precisa dele, ambos precisarão um do outro, mas ele conseguirá ser mais paciente, vamos dizer assim...
Por questões particulares de cada um, naquele momento não será possível superarem esse obstáculo geográfico.
Ele por amá-la tanto, fará planos para um futuro, onde tudo isso se resolvido... Ela, só vai pensar em viver o presente, assim decidirá por terminar o relacionamento.
sábado, 14 de abril de 2012
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Exílio
Para mim é uma honra.
Mas... Uma honra mesmo.
Quem convivi com esse anônimo cidadão honorário sabe, têm o mais importante.
Direi, agora, poucas palavras, para compensar o segundo post. Postarei bem menos que o Alê, textos um pouco mais longos... Mas não tanto..
Alê. Não é apenas uma imagem.
Mas... Uma honra mesmo.
Quem convivi com esse anônimo cidadão honorário sabe, têm o mais importante.
Direi, agora, poucas palavras, para compensar o segundo post. Postarei bem menos que o Alê, textos um pouco mais longos... Mas não tanto..
Alê. Não é apenas uma imagem.
[é ainda mais o que me liga a você]
Exílio
“Nesse baile à fantasia, a minha mascara eu quebrei. Muitos não queriam usar, eu sei. Suas lágrimas estão atrás dela, seus sorrisos pintados sobre ela.”
lógos Alethéia
lógos Alethéia
Meus guias foram tomados pela morte;
Levados pelo tempo. Restaram poucos exemplos de ‘rebeldes’ com causas dignas. Ou, ao menos, com uma causa - Aqueles que não se rendem ao poder e as chantagens de um império passivo e submisso à mentira.
Mentes inelegíveis aos olhos da ignorância, rebaixadas aos olhos da prepotência; Acharam o saber e a razão que nesse mundo parece estranho.
Nunca invisíveis, tomados pela melancolia da agonia de saber e saber que ninguém vê a mais absoluta verdade.
Muitas mentes brilhantes vão cedo, atraídas a ficar longe da solidão, afogando-se um pouco na abstração e na fumaça.
Meus guias foram tomados pela morte;
Acometidos por uma fauna de pássaros negros
Que nos trazem as verdades enganadoras.
Todos adoeceram e eu sou uma praga.
Querem me eliminar, eu não evoluí, ainda não profundamente aprendi a mentir.
O único lugar seguro é onde não se quer estar
- Fortaleza invadida pela solidão -
Mas, lá fora, impera uma ilusão sensacionalmente real, hipócrita.
Não apenas me faz mal, me faz mau viver sobre as mentiras desse Império.
Meus guias foram tomados pela morte, mas hão de estar vivos [em mim.
Minha espécie nunca se rende, [nunca morre.
Sofremos por que escolhemos, não por que queremos... Horrorizados como eu.
Alexandre Vieira.
(lógos Alethéia)
Esse texto foi escrito quando eu tinha 18 anos. Os próximos posts serão de gente normal. Prometo... rs.
Apresentando...
Senhoras e senhores... NOVIDADE!!!
O blog será escrito a partir de hoje por quatro mãos!! ((Aplausos!!)) rss
Uma conexão Rio- São Paulo! Vejam que bacana... Lembram-se do meu "amigo romântico" Pois, então...
Como apresentá-lo?
Bem, vou contar como nos conhecemos... Foi nesses jogos pela internet. Um jogo de estratégia, bem bacana... Só que foi a maneira que ele "chegou" que me chamou atenção... ele propôs quase um pacto, que envolvia confiança e uma certa insegurança também... porque era arriscado você acreditar em quem você mal conhecia, como na vida real. Porém, eu tinha uma fiel escudeira que ia comigo onde quer que eu fosse, logo se eu fosse enganado, seriam duas pessoas, entendem? Mas... resolvi aceitar.
Para resumir, deu tudo certo! Não me arrependi. Aprendi muita coisa e minha escudeira, mais ainda. O interessante é que tudo se baseou na CONFIANÇA. Pode parecer um simples jogo, mas aprende-se muitas coisas.
O fato é que não ficou só nisso... criou-se uma amizade e isso é muito bom, diante dessa modernidade líquida...
Se fosse para escolher uma palavra que o representasse ela seria... VERDADEIRO!
Não vou ficar aqui bajulando, porque não é necessário. Só o fato de convidá-lo para essa parceria já diz muita coisa.
Por mais que os estilos sejam diferentes, acredito que o que nos move é único: O gosto pela escrita.
Que assim como no jogo, possamos conseguir fazer desse espaço um colírio para os olhos e inspiração para a alma.
Agora é com ele...
Inté.
O blog será escrito a partir de hoje por quatro mãos!! ((Aplausos!!)) rss
Uma conexão Rio- São Paulo! Vejam que bacana... Lembram-se do meu "amigo romântico" Pois, então...
Como apresentá-lo?
Bem, vou contar como nos conhecemos... Foi nesses jogos pela internet. Um jogo de estratégia, bem bacana... Só que foi a maneira que ele "chegou" que me chamou atenção... ele propôs quase um pacto, que envolvia confiança e uma certa insegurança também... porque era arriscado você acreditar em quem você mal conhecia, como na vida real. Porém, eu tinha uma fiel escudeira que ia comigo onde quer que eu fosse, logo se eu fosse enganado, seriam duas pessoas, entendem? Mas... resolvi aceitar.
Para resumir, deu tudo certo! Não me arrependi. Aprendi muita coisa e minha escudeira, mais ainda. O interessante é que tudo se baseou na CONFIANÇA. Pode parecer um simples jogo, mas aprende-se muitas coisas.
O fato é que não ficou só nisso... criou-se uma amizade e isso é muito bom, diante dessa modernidade líquida...
Se fosse para escolher uma palavra que o representasse ela seria... VERDADEIRO!
Não vou ficar aqui bajulando, porque não é necessário. Só o fato de convidá-lo para essa parceria já diz muita coisa.
Por mais que os estilos sejam diferentes, acredito que o que nos move é único: O gosto pela escrita.
Que assim como no jogo, possamos conseguir fazer desse espaço um colírio para os olhos e inspiração para a alma.
Agora é com ele...
Inté.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
ISQUEIRO - Para incendiar a cidade... rs
Oi gente! Estamos indo, né? Isso é o que um amigo me diz ás vezes... Indo para onde? - pergunto. Ele nunca sabe me responder, só ri.
Só para comentar os textos que se passaram... eles não tem uma conexão... ou tem? Foram escritos em momentos distintos. Um estava engavetado e o outro foi escrito por esses dias. Talvez a necessidade de não me dar folga me deixe sujeito a essas pegadinhas, enfim.
Ando descobrindo que não é tão fácil mudar algumas coisas... é complicado querer mover as pessoas... quase desanimo. Mas, ainda que tudo me diga não... eu estou mudando, isso já é alguma coisa.
Preciso procurar os "isqueiros", os "incendiários" rs... sabem aquelas pessoas engajadas? É isso que preciso. Outro dia comentando essas injustiças que tanto vemos ouvi: "Mas as coisas são assim mesmo" ; "O Brasil, não está pronto..."; "Nossa educação é ruim." Nossos professores não tem preparo."
Fiquei pensando: "QUE MERDAAA!!" (desculpem) Mas se é tudo tão ruim... o que há de se fazer ? NADA? Continuo tratando dos meus problemas e cada um dos seus? Acredito que seja conformismo! É muito mais fácil, criticar... enfim! Mudemos de assunto... texto:
Frio
"Noite de inverno, o vento frio parecia bater no nosso rosto pedindo para que fossemos para nossas casas. A garoa fina ia encobrindo tudo que estava em nossa frente. Mas havia entre nós assuntos mais importantes que o clima ou a temperatura.
Sentamos num banco de uma praça, onde ali decidiríamos os limites de cada um. Negociaríamos o significado de o que representava ou aparentava nossa relação.
A sinceridade parecia estar nos olhos, mas também foi muito presente nas palavras... As mãos procuraram se aquecer ou estavam se despedindo? Só depois percebi.
Não houveram juras de amor eterno, mas houve um: "Vamos tentar." E tentamos... Os beijos selaram o pacto.
Algumas semanas e já não havia mais quem endossasse o que foi dito na praça. Aquelas palavras, aquele acordo, se foi como aquela noite.
Foi triste admitir que o fim, já tinha acontecido. Só adiamos as coisas, porque no fundo nós sabíamos o quanto valia a pena...
Hoje, passado 3 anos ainda vou à praça e fico observando o banco, tentando ver as pessoas que numa noite de muito frio, disseram que aquele amor poderia vencer os obstáculos... Naquele momento venceu, mas não sobreviveu."
Só para comentar os textos que se passaram... eles não tem uma conexão... ou tem? Foram escritos em momentos distintos. Um estava engavetado e o outro foi escrito por esses dias. Talvez a necessidade de não me dar folga me deixe sujeito a essas pegadinhas, enfim.
Ando descobrindo que não é tão fácil mudar algumas coisas... é complicado querer mover as pessoas... quase desanimo. Mas, ainda que tudo me diga não... eu estou mudando, isso já é alguma coisa.
Preciso procurar os "isqueiros", os "incendiários" rs... sabem aquelas pessoas engajadas? É isso que preciso. Outro dia comentando essas injustiças que tanto vemos ouvi: "Mas as coisas são assim mesmo" ; "O Brasil, não está pronto..."; "Nossa educação é ruim." Nossos professores não tem preparo."
Fiquei pensando: "QUE MERDAAA!!" (desculpem) Mas se é tudo tão ruim... o que há de se fazer ? NADA? Continuo tratando dos meus problemas e cada um dos seus? Acredito que seja conformismo! É muito mais fácil, criticar... enfim! Mudemos de assunto... texto:
Frio
"Noite de inverno, o vento frio parecia bater no nosso rosto pedindo para que fossemos para nossas casas. A garoa fina ia encobrindo tudo que estava em nossa frente. Mas havia entre nós assuntos mais importantes que o clima ou a temperatura.
Sentamos num banco de uma praça, onde ali decidiríamos os limites de cada um. Negociaríamos o significado de o que representava ou aparentava nossa relação.
A sinceridade parecia estar nos olhos, mas também foi muito presente nas palavras... As mãos procuraram se aquecer ou estavam se despedindo? Só depois percebi.
Não houveram juras de amor eterno, mas houve um: "Vamos tentar." E tentamos... Os beijos selaram o pacto.
Algumas semanas e já não havia mais quem endossasse o que foi dito na praça. Aquelas palavras, aquele acordo, se foi como aquela noite.
Foi triste admitir que o fim, já tinha acontecido. Só adiamos as coisas, porque no fundo nós sabíamos o quanto valia a pena...
Hoje, passado 3 anos ainda vou à praça e fico observando o banco, tentando ver as pessoas que numa noite de muito frio, disseram que aquele amor poderia vencer os obstáculos... Naquele momento venceu, mas não sobreviveu."
terça-feira, 10 de abril de 2012
Os outros
Uma ligação e dois amigos combinam de se encontrar. É noite de sábado. João, escuta rádio no seu celular, enquanto o metrô vai cortando a vibrante São Paulo.
Enquanto isso, num outro lado da cidade, Gabriel está terminando de se arrumar. Ainda indeciso quanto às camisetas ou camisas que vai usar.
Em uma hora, lá estão os dois juntos, como antes, há 3 anos atrás. Um abraço, um: "E ae, como você tá?" - e os dois decidem ir à um bar, colocar o papo em dia.
Algumas cervejas depois de muito blá blá, é hora de fechar a conta. Ali não era só uma parada. Perambulam por algumas ruas onde há vários bares e um grande movimento de pessoas, encontram um camarada: o Beto. Agora formam um trio.
Combinam um destino e chegando ao local, mais bebidas para "esquentar"... Logo estão na pista, dançando e vibrando com o som. É uma grande festa. Uma espécie de clube onde, quase tudo é permitido.
Há muita azaração: cantadas, olhares, mãos-bobas (ops) e já é possível ver que alguém se deu bem... o Beto.
A dupla continua se divertindo, conhecem pessoas, reencontram conhecidos e... Mais bebida, mais pista! A noite não para!
Gabriel tenta esquecer das horas, mas checa o relógio que marca 04:45! "O que é bom dura pouco." - pensa.
Vai resgatar os amigos, mas Beto quer ficar. Com um: "Tudo bem..." e um abraço se despendem. Lá se vai a dupla que começou a noite.
Na rua, ainda estão eufóricos, brincando, sorrindo, comentando os fatos há pouco vivenciados... como amigos ou irmãos, permitem-se andar meio abraçados, talvez até para João se equilibrar melhor, pelo efeito do álcool... e ao dobrarem uma esquina, a tranquilidade é quebrada, como se fosse um relâmpago que surge com a chuva. Surgem um grupo de rapazes. Apesar de não serem militares, estão todos na cor da força nacional.
Nesse momento os dois jovens trocam um olhar, que se traduz em desconhecimento, mas rapidamente muda... para medo!
Agora é tudo muito rápido, o grupo difere xingamentos aos dois, só que junto com as palavras vem as ações... João vê o brilho de algo cortar o ar... é um soco inglês! O rapaz desmaia.
Gabriel, tenta se defender dos chutes que lhe cobrem todo o corpo, ainda assim consegue olhar o amigo desacordado que ainda apanha. Enquanto é surrado, caído no chão, ele por um lapso de raciocínio, tenta imaginar que aquilo tudo irá durar pouco... e dura.
João, já acordado chora compulsivamente num hospital... as dores das fraturas que tem no corpo não são nada comparadas a dor de saber que naquela noite, mais do que ser agredido sem motivo algum aparente... perdeu o amigo. Perdeu-o para a ignorância, a covardia, o desrespeito à vida, o direito de ser... humano.
Enquanto isso, num outro lado da cidade, Gabriel está terminando de se arrumar. Ainda indeciso quanto às camisetas ou camisas que vai usar.
Em uma hora, lá estão os dois juntos, como antes, há 3 anos atrás. Um abraço, um: "E ae, como você tá?" - e os dois decidem ir à um bar, colocar o papo em dia.
Algumas cervejas depois de muito blá blá, é hora de fechar a conta. Ali não era só uma parada. Perambulam por algumas ruas onde há vários bares e um grande movimento de pessoas, encontram um camarada: o Beto. Agora formam um trio.
Combinam um destino e chegando ao local, mais bebidas para "esquentar"... Logo estão na pista, dançando e vibrando com o som. É uma grande festa. Uma espécie de clube onde, quase tudo é permitido.
Há muita azaração: cantadas, olhares, mãos-bobas (ops) e já é possível ver que alguém se deu bem... o Beto.
A dupla continua se divertindo, conhecem pessoas, reencontram conhecidos e... Mais bebida, mais pista! A noite não para!
Gabriel tenta esquecer das horas, mas checa o relógio que marca 04:45! "O que é bom dura pouco." - pensa.
Vai resgatar os amigos, mas Beto quer ficar. Com um: "Tudo bem..." e um abraço se despendem. Lá se vai a dupla que começou a noite.
Na rua, ainda estão eufóricos, brincando, sorrindo, comentando os fatos há pouco vivenciados... como amigos ou irmãos, permitem-se andar meio abraçados, talvez até para João se equilibrar melhor, pelo efeito do álcool... e ao dobrarem uma esquina, a tranquilidade é quebrada, como se fosse um relâmpago que surge com a chuva. Surgem um grupo de rapazes. Apesar de não serem militares, estão todos na cor da força nacional.
Nesse momento os dois jovens trocam um olhar, que se traduz em desconhecimento, mas rapidamente muda... para medo!
Agora é tudo muito rápido, o grupo difere xingamentos aos dois, só que junto com as palavras vem as ações... João vê o brilho de algo cortar o ar... é um soco inglês! O rapaz desmaia.
Gabriel, tenta se defender dos chutes que lhe cobrem todo o corpo, ainda assim consegue olhar o amigo desacordado que ainda apanha. Enquanto é surrado, caído no chão, ele por um lapso de raciocínio, tenta imaginar que aquilo tudo irá durar pouco... e dura.
João, já acordado chora compulsivamente num hospital... as dores das fraturas que tem no corpo não são nada comparadas a dor de saber que naquela noite, mais do que ser agredido sem motivo algum aparente... perdeu o amigo. Perdeu-o para a ignorância, a covardia, o desrespeito à vida, o direito de ser... humano.
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