quinta-feira, 14 de julho de 2011
Como será?
Me imaginando nesse lugar... Só de olhar dá uma sede! rss
Mas eu gostaria de conhecer. Dever encher os olhos... e a alma!
terça-feira, 12 de julho de 2011
Linha de passe
Para quem quer fugir da mesmice... A vida de uma mãe e seu 4 filhos é o enredo do filme. Como toda família, tudo que um faz repercute no outro. Como uma teia, onde todos estão ligados. Vale a pena conferir!
domingo, 10 de julho de 2011
E o tédio a convidou para dançar...
Estava tão triste que nem ele aguentou ver o semblante que refletia no espelho. Ligou o som, tomou uma dose de vodka e ficou dançando conforme a batida da música.
Algumas doses depois, ouviu ao fundo a campainha tocar. Pelo "olho mágico" percebeu alguém conhecido: o vizinho. Mas o que ele queria aquela hora?!
"Falar do barulho!? Ó céus!!"
Abriu a porta e ele perguntou se estava tudo bem. "Sim estava, tirando a vontade de se matar" - pensou ela. Tudo parecia estar bem, mas não estava. Convidou-o para entrar. Ofereceu uma bebida... Ele quis ser simpático e aceitou.
De repente, o tal vizinho que só conversava amenidades, virou um confidente, quase um amigo de infãncia. Revelou a ele o motivo da tal "festinha" particular... Entre soluços e lágrimas, contou que tinha terminado com seu namorado. Melhor dizendo, ele terminou tudo. Havia sido trocada por outra.
Então, os ritmos das músicas foram mudando, assim como o efeito do álcool mudou o estado de ambos. Agora dançavam juntos, corpos colados... Os sentidos, ficaram mais aguçados! A audição, a visão, o olfato, o tato, o paladar. Ah, o paladar... Beijaram-se!
Só então, ela percebeu que nunca havia reparado no vizinho. Agora o que mais fazia era admirá-lo. Por um momento esqueceu de tudo, do mundo e do tempo! Não existia mais dor! Era uma nova fase que começava. Sentia como se estivesse sendo recompensada...
Jogaram-se no sofá, os beijos eram urgentes... assim como as mãos que procuravam deixá-los à vontade.
Ela já não pensava, só sentia. Não queria saber se depois iria encontrá-lo no corredor e talvez ele nem desse bom dia. Não importava se ele tinha alguém, isso era problema "deles". Naquele momento ela era a atriz principal do filme. Se fosse para fingir, estava pronta. Era quem merecia os aplausos! Não queria saber dos coadjuvantes, esse era o grande momento: O agora!
Algumas doses depois, ouviu ao fundo a campainha tocar. Pelo "olho mágico" percebeu alguém conhecido: o vizinho. Mas o que ele queria aquela hora?!
"Falar do barulho!? Ó céus!!"
Abriu a porta e ele perguntou se estava tudo bem. "Sim estava, tirando a vontade de se matar" - pensou ela. Tudo parecia estar bem, mas não estava. Convidou-o para entrar. Ofereceu uma bebida... Ele quis ser simpático e aceitou.
De repente, o tal vizinho que só conversava amenidades, virou um confidente, quase um amigo de infãncia. Revelou a ele o motivo da tal "festinha" particular... Entre soluços e lágrimas, contou que tinha terminado com seu namorado. Melhor dizendo, ele terminou tudo. Havia sido trocada por outra.
Então, os ritmos das músicas foram mudando, assim como o efeito do álcool mudou o estado de ambos. Agora dançavam juntos, corpos colados... Os sentidos, ficaram mais aguçados! A audição, a visão, o olfato, o tato, o paladar. Ah, o paladar... Beijaram-se!
Só então, ela percebeu que nunca havia reparado no vizinho. Agora o que mais fazia era admirá-lo. Por um momento esqueceu de tudo, do mundo e do tempo! Não existia mais dor! Era uma nova fase que começava. Sentia como se estivesse sendo recompensada...
Jogaram-se no sofá, os beijos eram urgentes... assim como as mãos que procuravam deixá-los à vontade.
Ela já não pensava, só sentia. Não queria saber se depois iria encontrá-lo no corredor e talvez ele nem desse bom dia. Não importava se ele tinha alguém, isso era problema "deles". Naquele momento ela era a atriz principal do filme. Se fosse para fingir, estava pronta. Era quem merecia os aplausos! Não queria saber dos coadjuvantes, esse era o grande momento: O agora!
terça-feira, 5 de julho de 2011
Miojo
Sendo rápido como um brisa vou compor uma poema que não fale de... (não irei escrever). Por que falar de...?
Como criaturas humanas nos ferimos, não só por cortes ou quedas, mas por palavras e ações. Sentimos tão fria a água de uma cachoeira como quando alguém nos diz: "Não."
Temos essa mania de querer... penar! Então, só por hoje esqueceremos os percalços da caminhada... e vamos olhar só para as luzes que permeiam a estrada. A paisagem fica bem mais agradável!
Isso era para ser um poema? Esqueci, mas não falei do que mesmo? rss...
Como criaturas humanas nos ferimos, não só por cortes ou quedas, mas por palavras e ações. Sentimos tão fria a água de uma cachoeira como quando alguém nos diz: "Não."
Temos essa mania de querer... penar! Então, só por hoje esqueceremos os percalços da caminhada... e vamos olhar só para as luzes que permeiam a estrada. A paisagem fica bem mais agradável!
Isso era para ser um poema? Esqueci, mas não falei do que mesmo? rss...
Assinar:
Postagens (Atom)

